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Um nobre carpidor da terra crespa,
Trazendo junto ao corpo seu cantil,
Vai longe, procurando, feito vespa,
Sujeira e tiririca pelo tri´o.
Assim, seu nome escreve em solo quente,
Em letra a passo escrita, o desletrado.
E o corpo, sob o sol que invade a mente,
Na terra destes campos faz o arado.
No fôlego que anima o corpanzil,
Adiante espreme/expande o ar no peito,
Pois passo de caboclo é igual funil
Que alarga e afina o espaço rarefeito.
Na vida, carpe o sol que se expandiu,
Na morte, colhe o sol do rio sem leito.
(fev/93)
Emerson Donizeti Batista