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NEL MEZZO DEL CAMMIN
Vai longe aquele rastro de esperança,
A parte do meu sonho que partiu.
Não quero precisar não ter lembrança
Do amor que nem ao menos existiu.
Eu sei que a noite incerta não tem vultos,
Nem luzes, porque a noite está em mim.
A quem irão os sonhos insepultos,
Se a morte é não sonhar até o fim?
Adiante, paciente, a dor me espreita,
Ornada de lembranças como a estreita
Passagem de voltar para onde estou.
Mas algo que não vejo me seduz
E eu sei que tu serás aquela luz
No fundo deste túnel em que me vou.
(jun/97)
Emerson Donizeti Batista