\n'; document.write(barra); } } changePage();
Um vento se levanta num suspiro Que longe alguém derrama pelo espaço E acorda inconsciente como um giro, Crescendo em lenta dança sem compasso. Descreve seu trajeto e torce o mato; Levanta o chão da estrada e faz poeira. É luz que espalha espaço num hiato Que rasga em dois o som da ribanceira. Por fim, quando retorna enfraquecido, Saído de uma luta sem sentido, Perdido em mil suspiros não reclama. São marcas do mistério que o permeia: O vento que não volta é o que semeia A vida nos pulmões de quem não ama.
Emerson Donizeti Batista